
O sindicato e as associações que representam peritos criminais e médicos legistas iniciaram, nesta segunda-feira (14), uma paralisação de 24 horas como forma de protesto por aumento salarial. Com isso, pessoas que precisaram de atendimento no Instituto de Medicina Legal (IML), na região central do Recife, enfrentaram um tempo maior de espera.
O desembargador do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) Fernando Cerqueira concedeu liminar após um pedido feito pelo governo estadual através de um mandado de segurança e decretou a ilegalidade e inconstitucionalidade da paralisação, determinando que os funcionários voltem às atividades regulares.
A multa prevista é de R$ 70 mil em caso de descumprimento do Sindicato dos Peritos Oficiais de Natureza Criminal do Estado de Pernambuco (Sinpocrim), da Associação de Polícia Científica do Estado de Pernambuco (Apoc-PE) e da Associação Pernambucana de Medicina e Odontologia Legal (Apemol).
Presidente do Sinpocrim, Carlos Medeiros afirmou que a entidade não foi notificada da decisão da Justiça e apontou que eles mantiveram a quantidade mínima de atendimentos, que é de 30%. Além disso, ele afirmou que não é uma greve, mas sim uma paralisação.
Fonte: G1PE